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Porque você deve comer seus vegetais

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Pro Franquias - Consultoria e Venda de Franquias
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Muitos animais utilizam cores, baseadas em carotenoide, para indicar sua capacidade de atração. Os carotenoides são gerados por organismos fotossintéticos, como plantas, bactérias, algas e fungos, e são responsáveis pela coloração amarelada e avermelhada, como, por exemplo, a plumagem vermelha brilhante de pássaros cardeais.

As cores (baseadas em carotenoides) dos animais são o nosso equivalente ao que é ser “sexy”, porque indicam a capacidade de um animal de se alimentar de forma eficiente.

Elas também fornecem informações sobre a fisiologia subjacente de um indivíduo. Os carotenoides ajudam a proteger os tecidos contra estresse oxidativo, então níveis mais elevados de coloração podem indicar robustez contra doenças cardiovasculares, diabetes, cânceres e outros processos degenerativos relacionados com a idade.

Carotenoides também parecem facilitar a atividade imunológica, e podem, portanto, sinalizar a capacidade de um animal de tolerar e/ou combater infecções.

Os seres humanos também, dentre muitas espécies, expressam pigmentação carotenoide. Inclusive, um estudo recente indicou que até mesmo pequenas variações no nosso consumo de carotenoide – principalmente na forma de frutas e legumes – podem levar a diferenças visíveis na cor da nossa pele.

E, claro, essas diferenças estão associadas com o quanto atraentes e saudáveis nós parecemos para as outras pessoas.

A nova pesquisa durou seis semanas. 35 voluntários foram analisados no início do estudo, com 3 semanas, e depois com 6 semanas.

A coloração das peles foi medida utilizando um espectrofotômetro, que emite luz em uma área de pele e registra quanto do que é refletido e que cores estão presentes na luz refletida, o que produz um resultado que indica leveza, vermelhidão e amarelamento do pedaço de pele examinado (sete, no caso desse estudo).

Em média, os voluntários relataram ingerir 3,4 porções de frutas e vegetais por dia (geralmente, especialistas recomendam 5 porções por dia).

Participantes que aumentaram o seu consumo ao longo do estudo pareciam mais bronzeados, um padrão que foi sem dúvida impulsionado por aumentos significativos nas cores vermelho e amarelo.

O resultado foi visto em todos os sete pedaços de pele examinados, e não apenas no subconjunto dos três no rosto. Também, as variações só foram perceptíveis depois de 6 semanas, e não 3.

Para ter certeza de que os padrões observados realmente resultaram do consumo de carotenoides, os cientistas examinaram mudanças na refletância da pele ao longo da gama de comprimentos de onda dominados por coloração carotenoide.

Os padrões experimentais foram comparados com as curvas de refletância de três diferentes carotenoides (alfa-caroteno, beta-caroteno, e licopeno), e com a melanina, o pigmento responsável pelo escurecimento de nossa pele.

A curva média de carotenoides alinhava estreitamente com a curva de refletância descrevendo o padrão observado nos participantes do estudo, o que parece ter sido impulsionado principalmente pelo licopeno, o carotenoide encontrado em frutas como tomate e mamão.

Os dados de refletância observados não foram, no entanto, semelhantes à curva de melanina. Juntas, as descobertas indicam que o aumento no consumo de frutas e vegetais – especialmente vermelhos brilhantes – pode resultar em alterações visíveis em nossa pele.

Como somos e como parecemos

Para saber que diferença isso fazia socialmente, os pesquisadores pediram que pessoas analisassem fotos dos participantes do estudo dizendo se pareciam atraentes, saudáveis, etc.

Os rostos que foram classificados como mais amarelados, mais saudáveis e mais atraentes foram aqueles com mudanças positivas na cor da pele baseadas no consumo de frutas e vegetais.

Uma diferença de pouco menos de 2 porções por dia já é suficiente para permitir uma discriminação de pele mais amarela, enquanto os rostos percebidos como mais saudáveis e atraentes consumiam 2,9 e 3,3 porções a mais por dia, respectivamente.

Os autores apontam que o tom original da pele pode desempenhar um papel importante, já que indivíduos asiáticos e africanos, por exemplo, têm geralmente tom de pele mais escuro do que os caucasianos e, portanto, requerem maiores mudanças na dieta a fim de alcançar diferenças visíveis na cor da pele.

Curiosamente, porém, um estudo anterior do mesmo laboratório descobriu que pessoas de todas as etnias achavam a pele amarelada mais saudável e atraente, independente da etnia da pessoa com a pele mais amarelada.

Existem ainda algumas perguntas sem resposta – por exemplo, as pessoas atingem um “ponto de saturação” em que o aumento do consumo de carotenoide não tem mais benefícios positivos? Como, exatamente, os carotenoides mudam a cor da nossa pele, como pigmentos, ou levando à melhora do fluxo sanguíneo? A visão de cores torna-se menos aguda com a idade, então maiores fluxos de carotenoides são necessários para chamar a atenção de espectadores mais velhos?

Quaisquer que sejam as respostas a estas perguntas, uma coisa é certa: nossos pais tinham razão em nos obrigar a comer frutas e vegetais.


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O Índice de Massa Corporal, realmente funciona ?

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Pro Franquias - Consultoria e Venda de Franquias
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Médicos e outros funcionários da saúde já discutem há décadas o índice de massa corporal (IMC), uma relação entre a altura e peso que pode classificar pessoas em acima do peso ou obesas. Qualquer pessoa pode fazer o cálculo facilmente com uma calculadora, sem precisar ir ao médico para ouvir se está realmente saudável ou não.

Simples, não é? Até demais. Um novo estudo sugere que o uso do IMC pode fazer com que as pessoas subestimem a taxa de obesidade, mesmo que já esteja muito alta. O IMC é uma medida simplista que muitas vezes deturpa a visão sobre a aptidão física e a saúde em geral, especialmente entre as mulheres mais velhas.

Quase 4 em cada 10 adultos com IMC que os enquadra na categoria “acima do peso” seriam considerados obesos se o percentual de gordura corporal fosse levado em consideração, de acordo com o estudo.

Pesquisadores americanos dizem que o indicador de obesidade a partir do IMC, que agora está em 30, deve ser reduzido para 24 para mulheres e 28 para homens. Se guiar apenas pelo IMC é incerto e arriscado, já que existe grande discrepância entre o índice e as medidas de gordura corporal. Muitas pessoas que não são diagnosticadas como obesas pelo IMC pensam que não correm o risco da condição e doenças relacionadas, quando na realidade apresentam um quadro de obesidade.


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Reação de Maillard…cor, aroma e sabor aos alimentos

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Spice Sex - Franquia de Sex Shop
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Uma das reações mais importantes da cozinha, e que nenhum cozinheiro pode deixar de provoca-la, é a reação de Maillard, que em 1921 foi apresentada pelo químico francês Louis-Camille Mailard. Muito conhecida por “dar cor” aos alimentos, na maioria das vezes a sua função mais importante não é conhecida.

A reação de Maillard é muito mais que apenas parar gerar coloração aos alimentos, sua função principal é gerar sabor e aroma a comida, e por isso costumam dizer que “reação de sabor” é o significado mais adequado. Trata-se da reação entre os açucares e os aminoácidos presentes nos alimentos, que vão produzir aromas diferenciados.

Para provocar a reação de Maillard, é necessária uma temperatura elevada, e a partir disso, as moléculas produzidas fornecerão compostos castanhos (melanoicinas), mas também aromas e sabores.

Todos os alimentos sofrem efeito da reação de Maillard, porem os açucares e aminoácidos vão produzir sempre sabores diferentes, o que difere o sabor de churrasco da carne, da crosta do pão e etc. A gordura presente na carne é também elemento fundamental para gerar sabor, e jamais pode ser descartada.

Os dois principais fatores da reação de Maillard se baseiam na secura da superfície do alimento, e na temperatura. O cozimento sendo feito em alta temperatura, aumenta a velocidade das reações químicas, acelerando a evaporação da água da superfície do alimento, e consequentemente provocando a reação de Maillard.

A reação de Maillard é a explicação para aquele dourado na carne, a crosta torrada no pão, o odor de tostado, e os diversos aromas que os alimentos produzem durante a cocção.


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