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Fast food aumenta risco de depressão

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hamburguerGosta de comer lanches de padaria, como doces e croissants, e fast foods, como hambúrgueres, cachorros quentes e pizzas? Má notícia. Um novo estudo revela que consumidores desse tipo de alimento têm 51% mais chances de desenvolver depressão.

Pior: gosta de comer bastante? Foi encontrada também uma relação com a quantidade. Isso significa que “quanto mais fast food você come, maior o risco de depressão”, afirma o líder do estudo, Almudena Sánchez-Villegas. “Mesmo comer pequenas quantidades já está ligado com uma chance significativamente maior de desenvolver uma depressão”, diz.

A pesquisa acompanhou 8.964 participantes, que nunca tiveram depressão ou tomaram antidepressivos, durante seis meses. No fim, 493 foram diagnosticados com depressão ou começaram a tomar medicamentos.

“Apesar de mais pesquisa ser necessária, a ingestão de alimentos de confeitarias e fast foods deveriam ser controlada tanto pela saúde do corpo quanto a mental”, comenta Sánchez-Villegas.

Depressão afeta cerca de 121 milhões de pessoas no mundo. O estudo demonstra também que aqueles que comem mais comidas desse tipo têm mais tendência a serem solteiros, menos ativos e comer menos frutas, peixe, vegetais e azeite de oliva. Fumar e trabalhar mais de 45 horas por semana também fatores vistos nesse grupo


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Porque você deve comer seus vegetais

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Muitos animais utilizam cores, baseadas em carotenoide, para indicar sua capacidade de atração. Os carotenoides são gerados por organismos fotossintéticos, como plantas, bactérias, algas e fungos, e são responsáveis pela coloração amarelada e avermelhada, como, por exemplo, a plumagem vermelha brilhante de pássaros cardeais.

As cores (baseadas em carotenoides) dos animais são o nosso equivalente ao que é ser “sexy”, porque indicam a capacidade de um animal de se alimentar de forma eficiente.

Elas também fornecem informações sobre a fisiologia subjacente de um indivíduo. Os carotenoides ajudam a proteger os tecidos contra estresse oxidativo, então níveis mais elevados de coloração podem indicar robustez contra doenças cardiovasculares, diabetes, cânceres e outros processos degenerativos relacionados com a idade.

Carotenoides também parecem facilitar a atividade imunológica, e podem, portanto, sinalizar a capacidade de um animal de tolerar e/ou combater infecções.

Os seres humanos também, dentre muitas espécies, expressam pigmentação carotenoide. Inclusive, um estudo recente indicou que até mesmo pequenas variações no nosso consumo de carotenoide – principalmente na forma de frutas e legumes – podem levar a diferenças visíveis na cor da nossa pele.

E, claro, essas diferenças estão associadas com o quanto atraentes e saudáveis nós parecemos para as outras pessoas.

A nova pesquisa durou seis semanas. 35 voluntários foram analisados no início do estudo, com 3 semanas, e depois com 6 semanas.

A coloração das peles foi medida utilizando um espectrofotômetro, que emite luz em uma área de pele e registra quanto do que é refletido e que cores estão presentes na luz refletida, o que produz um resultado que indica leveza, vermelhidão e amarelamento do pedaço de pele examinado (sete, no caso desse estudo).

Em média, os voluntários relataram ingerir 3,4 porções de frutas e vegetais por dia (geralmente, especialistas recomendam 5 porções por dia).

Participantes que aumentaram o seu consumo ao longo do estudo pareciam mais bronzeados, um padrão que foi sem dúvida impulsionado por aumentos significativos nas cores vermelho e amarelo.

O resultado foi visto em todos os sete pedaços de pele examinados, e não apenas no subconjunto dos três no rosto. Também, as variações só foram perceptíveis depois de 6 semanas, e não 3.

Para ter certeza de que os padrões observados realmente resultaram do consumo de carotenoides, os cientistas examinaram mudanças na refletância da pele ao longo da gama de comprimentos de onda dominados por coloração carotenoide.

Os padrões experimentais foram comparados com as curvas de refletância de três diferentes carotenoides (alfa-caroteno, beta-caroteno, e licopeno), e com a melanina, o pigmento responsável pelo escurecimento de nossa pele.

A curva média de carotenoides alinhava estreitamente com a curva de refletância descrevendo o padrão observado nos participantes do estudo, o que parece ter sido impulsionado principalmente pelo licopeno, o carotenoide encontrado em frutas como tomate e mamão.

Os dados de refletância observados não foram, no entanto, semelhantes à curva de melanina. Juntas, as descobertas indicam que o aumento no consumo de frutas e vegetais – especialmente vermelhos brilhantes – pode resultar em alterações visíveis em nossa pele.

Como somos e como parecemos

Para saber que diferença isso fazia socialmente, os pesquisadores pediram que pessoas analisassem fotos dos participantes do estudo dizendo se pareciam atraentes, saudáveis, etc.

Os rostos que foram classificados como mais amarelados, mais saudáveis e mais atraentes foram aqueles com mudanças positivas na cor da pele baseadas no consumo de frutas e vegetais.

Uma diferença de pouco menos de 2 porções por dia já é suficiente para permitir uma discriminação de pele mais amarela, enquanto os rostos percebidos como mais saudáveis e atraentes consumiam 2,9 e 3,3 porções a mais por dia, respectivamente.

Os autores apontam que o tom original da pele pode desempenhar um papel importante, já que indivíduos asiáticos e africanos, por exemplo, têm geralmente tom de pele mais escuro do que os caucasianos e, portanto, requerem maiores mudanças na dieta a fim de alcançar diferenças visíveis na cor da pele.

Curiosamente, porém, um estudo anterior do mesmo laboratório descobriu que pessoas de todas as etnias achavam a pele amarelada mais saudável e atraente, independente da etnia da pessoa com a pele mais amarelada.

Existem ainda algumas perguntas sem resposta – por exemplo, as pessoas atingem um “ponto de saturação” em que o aumento do consumo de carotenoide não tem mais benefícios positivos? Como, exatamente, os carotenoides mudam a cor da nossa pele, como pigmentos, ou levando à melhora do fluxo sanguíneo? A visão de cores torna-se menos aguda com a idade, então maiores fluxos de carotenoides são necessários para chamar a atenção de espectadores mais velhos?

Quaisquer que sejam as respostas a estas perguntas, uma coisa é certa: nossos pais tinham razão em nos obrigar a comer frutas e vegetais.


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Como emagrecer comendo “superalimentos”

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superalimentosQuando você está de dieta, é complicado deixar de lado os alimentos “perigosos”. Sempre tem alguém para oferecer um chocolate ou uma saída para jantar algo gorduroso.

Mas perder peso não precisa ser tão negativo. Lucy Danzigerm, editora, ex-triatleta e autora de livros de alimentação, resolveu partir para a ideia dos “superalimentos”: produtos integrais, castanhas e outros alimentos que são ricos em fibras, proteínas e nutrientes importantes. Menos de seis meses depois, ela perdeu mais de 10 quilogramas.

Certamente não é um novo conceito de nutrição: evitar alimentos processados, comer mais vegetais e frutas, substituir a farinha branca pela integral. Mas a ideia de focar no que você deve comer, ao invés do que você não deve, pode mudar o seu incentivo. “Nós vamos oferecer tantas opções do que comer que você nem vai pensar em passar fome”, diz.

Mas o que faz de um alimento um superalimento? De acordo com Pratt, ele tem três qualificações: precisa ser facilmente encontrado, conter nutrientes ligados à longevidade, e benefícios para a saúde precisam estar comprovados cientificamente.

Entre os favoritos da escritora, estão salmão, brócolis, frutos silvestres e chá verde. Mas ovos, amêndoas, quinoa, iogurte e chocolate escuro também compõe a lista.

“Esses alimentos foram escolhidos porque contém altas concentrações de nutrientes cruciais, e também porque muitos não são calóricos”. Eles também já foram ligados cientificamente à prevenção do envelhecimento, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e até alguns tipos de câncer.

A nutricionista Marisa Moore comenta que apenas adicionar esses alimentos não vai simplesmente queimar os quilogramas. “Sem dúvidas eles são amigos do emagrecimento. Mas dizer que eles aceleram a queima de gordura é demais”.

Danziger concorda: os superalimentos não são um passe livre para comer o quanto quiser. Mas ainda assim, é meio difícil engordar comendo espinafre, não?


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